terça-feira, 5 de julho de 2016

Roda Viva | Leandro Karnal | 04/07/2016

13 comentários:

  1. Eu amo esse cara. Ver Leandro Karnal falar que o bipolarismo é burro, na cara do Augusto Nunes, é impagável! Eu também gostaria muito que houvessem vários clones do Karnal. É uma alívio ouvir alguém tão inteligente no Brasil de hoje.

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  2. Não há dúvidas que o brasileiro padrão vive o abismo da indigência mental. Leandro Karnal, por sua lucidez e por uma nítida série de valores inerentes a ele, não é o tipo de intelectual que comporta a existência de um séquito de fanatizados. Ele, em tudo, é o extremo oposto de Olavo de Carvalho.

    E eu acho esse post abaixo no facebook do Olavo de Carvalho, escrito por um dos seus seguidores:

    "Leandro Karnal é um sujeito curioso, o cidadão criou uma personagem patética que só pode impressionar mesmo os ingênuos e incautos.
    Sua voz empostada, sua pose aristocrática, seu discurso frenético cheio de frases de efeito e observações "inteligentinhas" poderiam facilmente compor um vilão da galeria de Hanna-Barbera... de fato Karnal possui o mesmo jeito afetado e pomposo do Imperador Ming o eterno inimigo de Flash Gordon. Cartunesco!"

    Um discípulo do Olavo escrevendo isso!

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  3. Vi ao vivo, tbm achei maravilhoso. Mas, che charlles, pelamor, pára de espiar odc no facebook, bem não pode fazer.
    Karnal não tem potencial para comportar um séquito de fanáticos (quer dizer, potencial teria sim), mas já tem uma enormidade de seguidores - para usar um termo da internet, mas poderia dizer acompanhadores... aqueles q compartilham de suas ideias ou pelo menos acompanham seu raciocínio.
    Hj mesmo vi, com gosto, uma ex-professora minha de ensino fundamental compartilhar este vídeo: apareceram uns comentários do tipo... e aí deu uma tréplica bem dada.
    Enfim, há Karnales por aí, bom q uns estão aparecendo mais.

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    1. Eu dou uma olhada em tudo, arbo. Dedico alguns curtos minutos semanais ou bi-semanais ao facebook do Carvalho. Nada substancial.

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  4. Uma das mentes mais brilhantes do Brasil. Não canso de ouvi-lo. Consegue aliar como poucos a erudição e aquela veia cômica que sempre deve vir na medida certa. Vc viu o Facebook dele? Sempre algo útil e reflexivo.

    Sobre o post dos seguidores do Olavo, não me surpreende nada. Qualquer um que não compartilhe da visão do "mestre" é ingênuo e incauto...

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    1. Karnal é brilhante! É muuuuito bom ouvi-lo falar.

      Em outro grau, leio com deleite os textos sobre política do crítico cinematográfico Pablo Villaça (no Brasil é assim, a politização em todos os setores da opinião, e poucas vezes funciona_ o Villaça é um exemplo).

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  5. sei q não é predileção, por estilo, do charlles - não sei os outros aqui. mas quem mais tô curtindo ler no facebook é o Ricardo Terto (no perfil de Escritor dele).
    outrto tempo era o Wilson Gomes, q sempre manda bem tb.

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  6. Ramiro Conceição8 de julho de 2016 16:14

    "Fraldas e políticos devem ser trocados pelo mesmo motivo".

    by Leandro Karnal

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  7. A Caminhante expressou bem o que eu também senti, após ver essa entrevista:

    "Eu estava para dizer que, tal como eles, também me sinto presa ao mundo produtivo por uma linha muito tênue. Depois vi uma frase da Kahlo, que ela diz que se sentia uma estranha, e que depois descobriu que outros se sentiam também, então que vissem o trabalho dela e soubessem que não estavam sós. Foi nisso o que a entrevista do Karnal me serviu como bálsamo: eu não estou só. O mundo não é só ódio e histeria. Existe espaço para a inteligência, a cultura e o bom senso."

    https://atcaminhante.wordpress.com/2016/07/08/uma-ponte/

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  8. Eu fiquei contando os minutos pela entrevista, mas eu achei que se tivessem escolhido melhor os debatedores, a entrevista poderia render ainda mais, mas em todo caso foi uma das melhores já realizadas pelo "roda viva" esse ano.

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  9. Já no facebook dos novos intelectuais com livros recém lançados:

    "Hoje, um dos mais perigosos intelectuais da esquerda em destaque no debate público é, sem dúvida, Leandro Karnal. Marilena Chauí, por exemplo, já não passa de motivo de piada. Chegou naquele nível de constrangedora histeria. Jean Wyllys, desprezível. Cynara Menezes, maluca. A lista de imbecis é longa.
    Já Leandro Karnal, pelo contrário. Ele tem pose, tem domínio da narrativa, trata o discurso com segurança e autoridade. Não se exalta. Responde com suposta objetividade. Porém, o que fala e escreve não passa de platitudes. Jargões bem construídos. Frases decoradas. Tudo envernizado com retórica elegante. Com doçura.
    Por conta dessa elegante vagueza, seu discurso atende uma demanda abrangente. Atende desde a pessoa entediada folheando uma revista na sala de espera de um consultório médico ao médico, propriamente dito, que, ao ler seus livros e ao ouvir suas palestras, sente-se um verdadeiro erudito. Um pedreiro, pouco instruído nas letras, entende Leandro Karnal. Um empresário, que se acha muito instruído nas letras, financia palestras do Karnal. O professor, o pedagogo, a tia do parquinho, a mãe do pirralho do parquinho, enfim, todos, sem exceção, entendem e, pior, acreditam ser Karnal o ápice de um intelectual.
    Intelectuais de direita, se querem disputar espaço no debate público, precisam concorrer com esse tipo de gente. Com esse tipo de "poliana ideológica", isto é, um certo tipo de "otimismo melancólico" aparentemente apartidário, porém extremamente pernicioso do ponto de vista político."

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    1. Não sinto a mínima curiosidade em saber o autor desse texto. A mesma retórica do xingamento, o mesmo vazio. Parafrasio o sr. Sammler: quem fez da merda um sacramento? Falam e falam, espumam pela boca, e cada vez se afundam mais na irrelevancia. Sei que essas cópias ainda piores do Olavo sentem uma inveja atroz do Karnal. Cada post dele tem milhares de curtidas. O Karnal ñ se coloca como pensador supremo. Nem como alma imortal. Reconhece sem modéstias farisaicas que é um homem comum, que cultivou laboriosente disciplinas intelectuais para ter as proficiências demonstradas. Já no face do olavo aparece como cabeçalho "mestre de todos nós". Como disse alguém, a verdade ñ grita.

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