domingo, 4 de outubro de 2015

Jeito de matar lagartas, de Antonio Carlos Viana

Esta madrugada passei boas horas de insônia lendo os textos do Marco Severo e visitando seu Facebook_ via Facebook do Renato Nogueira, do qual já sou frequentador contumaz (ambos vivem tanto de literatura que sempre tenho a alegria confortável da plena identificação). Graças às efusivas recomendações do Marco, fiquei muitíssimo com vontade de ler Jeito de matar lagartas, do escritor Antonio Carlos Viana. Fui ao site da Companhia das letras e encontrei, feliz, dois contos dele disponíveis para leitura em pdf. O primeiro conto é magistral, A muralha da China. Amanhã retorno à capital e já marquei com minha filha Júlia uma visita demorada à Fnac, só nós dois, com a inevitável compra de um livro para ela e mais outros para mim. O do Viana tá na lista. No Facebook do Marco também encontrei a ótima matéria do NYT sobre a queda drástica de vendas de livros digitais e o aumento exponencial da venda de livros físicos. Eu sempre confiei que o livro, O livro, nunca terminará.


16 comentários:

  1. Charlles você comentando sobre um autor brasileiro e dizendo que ele é bom, então tá já anotei para comprar um exemplar, me diz uma coisa Charlles, a FNAC aí de Goiás vende livros mais baratos que nas lojas virtuais?

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    1. Fica com mais personalidade com o "r". Não vou ficar em todos os textos corrigindo essa porra. Por aí a Fnac não tem promoção não? Me parecia uma característica recorrente. O Livro do desassossego, como já disse, da Cia das letras, comprei por 2 reais. O Mo Yan por 9,90. E quase sempre quando passo um livro que me interessa pela leitora de código de barra, aparece o preço de tabela riscado e o preço da promoção uns 10 reais a menos.

      Vou ler esse livro aí e resenhá-lo. Pesquisando a capa para colocá-la no post, acabei baixando-o inteiro. Não vou ler pelo computador, está claro, mas me deu uma repulsa por encontrá-lo para download.

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    2. Você poderia ter me corrigido antes, Tiago. Agora estou com medo de ter escrito Livraria Curtura.

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  2. Charlles, eu nunca fui na FNAC aqui de Fortaleza, eu nem sei se tem uma para ser sincero, então não faço ideia se eles fazem promoções, então já estou pensando seriamente em ir dar uma passada por lá, se caso exista uma. Agora me diz uma coisa; Corrigido o que e onde? Eu sou um tanto pancada da cabeça, e não reparei em erro nenhum.

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    1. Tiago, Charlles sempre escreve "fnarc", com "r", e ficou parecendo que seu "FNAC" em maiúsculas era uma correção.

      Contista brasileiro que recomendo é Otto Lara Resende. Também dá pra ler um conto de Boca do Inferno no site da companhia.

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    2. Já leu o Viana, Paulo? Estava esperando uma confirmação sua.

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    3. Ouvi falar. Nem tinha me interessado muito, mas agora, é claro, vou ler esses contos do site. Dos lançamentos do ano, adorei A Amiga Genial. Tenho muita vontade de ler O Gigante Enterrado, cujo começo é muito bem escrito, e o Musil da Livraria Cultura.

      Os perfis desses caras me parecem bons. Vou dar uma olhada. Eu gosto de ler as coisas de José Francisco Botelho, cara super gente boa que ganhou o Jabuti com uma tradução de Chaucer.

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    4. Então foi esse, o motivo da vexação do Charlles, e no fim das contas então nós dois estávamos escrevendo errado, pois eu escrevi FNAC, e o correto era Fnac, eu não reparei no erro do Charlles para ser sincero, e até achei que ele estivesse sendo irônico com algum erro meu que tivesse me passado despercebido, e revisei que nem um louco. Paulo, eu li um conto Oto Lara Resende sobre um garoto e um gato, não me recordo do título, eu achei muito bom, você gosta muito se eu me lembro bem do livro chamado "boca do inferno" não ?

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    5. Tiago, provavelmente você leu "O Porão", que também está em Boca do Inferno. É um livro pesado, que causa pesadelos, mas impecável. Não por acaso, ele foi burilado por décadas antes de ser republicado.

      Olha que conto:http://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13400.pdf

      Ah, li o primeiro conto de Viana, Muralha da China, e é mesmo exemplar.

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    6. Paulo eu fui conferir aqui, e o conto se chama, "gato,gato,gato", ele está no livro "elo partido e outras histórias", mas eu o li numa antologia de contos brasileiros organizada pelo Alfredo Bosi.

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    7. Na novela A Testemunha Silenciosa também há algo sobre meninos e gatos. Acho que Otto Lara era obcecado/ traumatizado por isso. Por sinal, Essa novela também é fundamental.

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  3. Vou ficar só na vontade, não existe Fnac em Fortaleza.

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    1. Outra coisa que sempre dou graças é que em todos os shoppings de Goiânia há livrarias. No Flamboyant tem Fnac e a Cultura, ambas com muito espaço e estantes. Em outro shopp aqui tem a Leitura, de dois andares. Ñ é surpreendente ter isso no cerrado, terra devastada pela epidemia da péssima música e do nelore?

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    2. Aqui em Fortaleza, pelo que eu me lembre, tem a Cultura e a Saraiva, mas até onde sei, eles não fazem promoções assim, se bem que faz muito tempo que eu fui numa delas, sobre o gosto musical de sua terra Charlles, Fortaleza não fica atrás com aquele "forró de plástico", que é até uma afronta para os apreciadores do gênero que o Luiz Gonzaga ajudou a difundir.

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  4. Pra contrariar o relatório de vendagem apresentado pelo Charllles, comprei a versão digital do livro do Viana, na Amazon...

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    1. Hahaha. E eu tive que encomendar o volume pelos correios, pois não achei na Fnac.

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