terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A Primeira Foto de Hitler



A Primeira Foto de Hitler


E quem é essa gracinha de tiptop?

É o Adolfinho, filho do casal Hitler!

Será que vai se tornar um doutor em direito?

Ou um tenor da ópera de Viena?

De quem é essa mãozinha, essa orelhinha, esse olhinho, esse narizinho?

De quem é essa barriguinha cheia de leite, ainda não se sabe:

de um tipógrafo, padre, médico, mercador?

Quais caminhos percorrerão estas pernocas, quais?

Irão para o jardinzinho, a escola, o escritório, o casório

com a filha do prefeito?



Anjinho, pimpolho, docinho de coco, raiozinho de sol,

quando chegou ao mundo um ano atrás,

não faltaram sinais na terra nem no céu:

gerânios na janela, um sol primaveril,

a música de um realejo no portão,

votos de bom augúrio envoltos em papel crepom rosa,

pouco antes do parto, o sonho profético da mãe:

sonhar com uma pomba- sinal de boas-novas,

se for pega- vem uma visita muito esperada.

Toc, toc, quem é, é o coraçãozinho do Adolfinho que bate.



Fralda, babador, chupeta, chocalho,

o menino, com a graça de Deus e bate na madeira, é sadia.

parecido com os pais, com um gatinho no cesto,

com os bebês de todos os outros álbuns de família.

Não, não vai chorar agora,

o fotógrafo atrás do pano preto vai fazer um clique.



Ateliê Klinger, Grabenstrasse Braunau,

e Braunau é uma cidade pequena mas respeitável,

firmas sólidas, vizinhos honestos,

cheiro de massa de pão e de sabão cinzento.

Não se ouve o ladrar dos cães nem os passos do destino.

Um professor de história afrouxa o colarinho

e boceja sobre os cadernos.

( Wislawa Szymborska, tradução de Regina Przybycien)

20 comentários:

  1. Desde Joachim Fest, eu acredito encontrar um monte de Hitlers por aí, só que sem a mesma coincidência história.

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  2. REFLEXÃOZINHA
    by Ramiro Conceição
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    Essa Szymborska foi uma danadinha… Tudo parece tão simples e justamente por isso é genial. Na minha colossal ignorância, não conheço a heroica tradutora mencionada, porém, numa boa, me parece que a versão poderia ser melhorada - mera intuição poética… Não tenho como checar, não consigo ler direito sequer nomes em polonês.
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    Nessas horas, me vêm (tem acento? - já não sei mais com a confusão desse acordo ortográfico, que foi adiado para 2016!) à lembrança os irmãos Campos, autores do conceito, originalíssimo, da transcriação; isto é, uma tradução nunca atingirá um êxito completo, pois a respiração entre as palavras é praticamente intraduzível.

    Há dias descobri o porquê de se escrever “em cima” e “embaixo”: simplesmente, porque o “m” e o “b” possuem sons labiais e, assim, fomentam a fusão fonética de “embaixo”; já o “m” e o “c” não – dessa maneira, historicamente, a escrita hegemônica de “em cima” se tornou efetiva; fantástico, não?; ou seja, por ser extensão do humano, qualquer língua é um ente vivo; parece óbvio, mas não é, e quem sabe disso, cotidianamente, é o infeliz tradutor – tão desvalorizado em nossa cultura! Obviamente, não estou a falar daquele tradutor enfronhado nas negociatas do grande capital…; mas convenhamos que até esses senhores ou essas senhoras, levando em consideração tudo que está contido no capitulo sobre mercadoria, no “Capital”, também são geradores infelizes de mais-valia!
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    Mas voltando à fervura do ardor da pimenta dessa reflexãozinha… Em particular, no caso da poesia, a tradução estaria próxima do original se o tradutor fosse também poeta e profundo conhecedor, no presente caso, do polonês e do português. Difícil, né? Mas creio que os irmãos Campos têm razão. Fico a imaginar a complexidade que é, por exemplo, a navegação de uma página de Guimarães no mar revolto de outra língua.
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    A melhor tradução que li é o “Corvo” de Poe - mas na voz de Pessoa! Especialistas afirmam que é um caso – único! - em que a versão possui altura igual àquela do original. Mas explica-se: o português e o inglês eram línguas mátrias a Pessoa, que poetava extraordinariamente em ambas.

    Ironia: um qual trapo original morreu, mas ressuscitou pelas ruas de Baltimore; o outro - um trapo genial - foi retirado dum quartinho sem janelas e levado às pressas para o hospital onde, morto, ressuscitou definitivamente para o além de qualquer Lisboa…

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  3. Charlles meu caro, bom ano novo para vc e teu pessoal. Já comprei um exemplar do Danúbio, imprimi um mapa do leste europeu para acompanhar o texto do Magris. Neste ano sai. Abraços fortes.

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    1. Estou relendo o Danúbio. Terei que comprar outro volume de bolso, pois o meu está circulado e anotado e sublinhado por tudo quanto é canto. Cada vez mais um livro maravilhoso, desses que eu pensaria em presentear todo mundo se encontrasse alguém que estivesse à altura de suas qualidades.

      Bom ano para você também, amigo Aguinaldo. Forte abraço

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  4. Eu pensei em todos os silêncios e anonimatos sobre nascimentos e mortes, o entrecruzamento de todos os hábitos, culturas e sentidos que no final revelam o imponderável onde só a matéria é concreta, mas a profusão dela tende a entropia, enquanto nós, pobres criaturas dotadas de uma consciência limitada, lutamos para compreender o que é impossível de compreender, senão por um signo só: caos.

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    1. Rachel, que bom que voltaram. Atualizações do mundo urbano e virtual neste tempo em que estiveram confinados no interior? Bom, deixe eu ver... Ah, morreram 222 pessoas nas estradas federais só no feriado de natal (penso que na virada de ano tenha sido mais), e o Ramiro Conceição foi expulso do blog do Milton Ribeiro. Em resumo, acho que só isso. Auspícios de um ano em que tudo será diferente nessa nossa marcha gloriosa para a redenção.

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    2. Vê lá no post do PHES sobre a Alinne M., nos comentários.

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    3. Bá, tchê, a senhora Stalin ataca mais uma vez... Achei de uma fineza a toda prova. É aquilo que escreveste lá: então para comentar num blog a gente tem que passar antes pelo crivo de uma Manual de Redação? Isso pode, aquilo não pode, etc.? "Seu texto, desculpe, não condiz com nossos critérios mínimos de qualidade bloguística"? Ora, vá... Ok, ela tem direito de dizer "teu comentário é babaca e sua poesia uma merda", mas o tom de censura, o tesão pela "seleção e triagem"... coisa mais pequeno burguesa... isso para não falar... bem, tô pensando e falarei... mas num formato para "honrar" o Ramiro. Depois a gent volta. Mais uma vez, ê...

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    4. Bah, eu nem tinha visto aquilo lá! Não estava gostando do clima do blog do Milton desde que foi pro Sul21 (será que recebem dinheiro do governo estadual e/ou federal? Do Banrisul certo que sim), principalmente nos últimos meses com ataques até no âmbito futebolístico (nas eleições do Inter, o tom foi ofensivo aos que votaram de forma diferente da dele). Sempre que o assunto era futebol, ele tinha o cuidado de usar um bom humor, uma provocaçãozinha de leve, principalmente com adversários, mas com os torcedores do mesmo clube ele foi de mau gosto.

      E mais essa agora, num PHES!!! Decepcionado até com o FM. Admito que na metade das vezes eu não leio os poemas do Ramiro, porém se ESTORVAR (!) com isso... Mas teve um comentário revelador:

      "Quem sabe assim MR se convença a bloquear este fastidioso estorvo como peço há tempos…"

      Abriram-se as cortinas.

      Daria para cismar muitas coisas com esta frase, mas melhor ficar quieto, a GPU pode estar de olho.

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  5. Senti a falta de alguém como você, Marcos, lá naquele post. Fiquei, de verdade, pra baixo com aquilo. Representou bem mais do que poderia parecer, e ainda mais naquela época do ano ufanista dos bons sentimentos. O tonitroante silêncio que se fez naquela caixa de comentários, só quebrada mais tarde por um protesto sutil mas válido do Branco, me deixou desmotivado. Ninguém apareceu nem para falar um "não" em favor ao Ramiro. A vida nossa anda tão pobre de experiências reais que 4 anos de convivência no blog mereceriam uma camaradagem em favor do Ramiro, mas só a quieta tela sem opinião com as presenças sensitivas e negligentes por detrás dos computadores pessoais. Daí minha desmotivação: na verdade não há nenhuma espécie de consideração real no universo digital. Isso aqui talvez esteja mais para um BBB, em que todos demonstram imensa simpatia, desde que não fossem submetidos a nenhuma prova dos nove.

    Faltou a evidência de um motivo mais humano: a desforra em cima de alguém de fora pelo mero ciúmes. Toda semana ter que aturar aquelas masturbações, aquele humor masculino pueril de boteco_ há todo um jogo de expressões complexas aí, uma gramática de rejeições, vinganças, duplos-sentidos, cobranças e depreciações. Meu relacionamento passado foi recheado dessa micro-física doméstica do poder. Meu casamento atual me conserva em alerta que uma coisa são as teorias feministas e a liberdade sorridente de se manifestar o desejo abertamente, outra é a prática cotidiana. Minha esposa não esperaria surgir um Ramiro Conceição para soltar os cachorros: e esta é uma de suas melhores qualidades.

    Eu e o Ramiro tivemos discussões por email. Gosto da poesia do Ramiro; há coisas que ele escreveu aqui, como o relato pessoalíssimo no primeiro post deste blog, que levo para sempre. Ele ficou debilitado_ é um gigante ultra-sensível esse poeta_, e me inqueriu com um exagero infantil sobre a qualidade de sua poesia. Muitas coisas que se escreve com empenho não são para serem apreciadas,a não ser por si mesmo.

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  6. Ramiro Conceição10 de janeiro de 2013 19:46

    ESTOU PREPARADO
    by Ramiro Conceição
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    Era uma tarde de domingo… Daquelas absurdamente normais. Diria até… quase idiota… Liguei o computador… E naveguei… até lá: um blog que há muito publica mulheres nuas – numa inocente brincadeira sadia. Pois bem: na véspera, no sábado, o blogueiro, que não acredita em Deus, associara corriqueiras qualidades físicas duma ninfeta à sua atitude de ser ateia; o conjunto de fotos, como de costume, não foi além das perninhas, boquinhas e biquinhos; quer dizer – mais uma brincadeirinha, nada mais.
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    Ingenuamente, por ser assim diante da vida, escrevi um comentário que perguntava: “Cadê a diferença?”. Tentei ressaltar que, embora a figurinha em questão fosse ateia, a qualidade das fotos era aquela da mesmice de outras, ditas, crentes. Tudo foi dito e escrito em tom de “tirar um sarro” - tão comum ao espírito do blog que visito, é bom que se frise, há pelo menos de 9 a 10 anos!
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    De sério, fiz uma crítica ao machismo que vilipendia mulheres em qualquer tempo histórico. Em essência, portanto, procurei chamar a atenção de que o ateísmo declarado da belezoca se subordinara mais uma vez, por questões econômicas e de espaço na mídia, ao velho machista mercado anacrônico. Nada mais.
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    Diga-se de passagem, para a verdade dos fatos, que fiz outros comentários a discutir com outros comentaristas, como faço sempre; todavia, o conteúdo esteve dentro do já descrito: uma brincadeirinha com ironia.
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    Para minha surpresa, em resposta a um dos meus comentários, recebi outro feroz e voraz, não de um homem, mas de uma mulher - pasmem! -, a do blogueiro! Diante disso, o que fazer? Por educação, silenciei. E, tristemente, me despedi do blog…

    (continua...)

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    1. Ramiro Conceição10 de janeiro de 2013 19:49

      Mas a coisa não parava por aí. Um costumeiro verme, há tempo camuflado entre os comentaristas, resolveu então me atacar como fazem os vira-latas - pois se sentiu protegido - e com direito a latir coisas do naipe: “… sim para o sujeito que cansa a todos neste blog com seus pseudo-poemas e, hoje, com termos chulos”… O resto do domesticável nem vale a pena limpar, pois cagou e mijou qual um circulador de rabicó diante de seu senhor que resolve acariciar, minimamente, o gorduchinho orelhudo desprezível…
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      Na Tabacaria, Pessoa necessitou de desnudar-se da sua (nossa!) mediocridade, pois sabia que o sublime estava muito além… Tal atitude requer extrema coragem. Não é para qualquer sabujo - inchado e bichado! - que nunca latirá além de um proto vira-lata.
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      No começo: fui uma inocente lesma católica, pois adquiri tal condição de meus pais. Não os culpo. Foi assim é pronto. A partir dos 20, li várias vezes o Velho e o Novo Testamentos: não há melhor maneira de se tornar ateu!; aquele deus tribal e assassino; aquele Ser que protegeu aquele, de nome David, que matou indiretamente o seu melhor general para foder com a mulher do mesmo; aquela quantidade indescritível de holocaustos em que, no seio duma guerra, deveriam ser exterminados, além dos guerreiros inimigos, os velhos, as mulheres, as crianças, os animais, a agricultura, a cultura: ou seja, a eliminação de todos os vestígios duma dada civilização inimiga; era um ódio indescritível contra mulheres; homossexuais; aquela mentira escrita por escribas barbados cujo interesse era sempre e somente a construção de uma sociedade onde era possível o enriquecimento através do mercado até de escravos; era uma igreja que se tornou ideologicamente o Império romano; era aquela idade média que assassinou milhões por serem considerados bruxos; era aquela venda de vagas celestes feitas em prostíbulos; era a transformação, através dos séculos, do dito sagrado em tesouros efêmeros; era a geração do Estado do Vaticano por meio de um pacto com Mussolini; era o culto à virgem Maria em todos os estados solapados pela miséria de ditadores; era a desarticulação da Teologia da Libertação e a condenação de seus lideres ao silêncio; era a posição assassina e esdrúxula em relação à AIDS, ao aborto e à morte de milhões de mulheres em todo o mundo; era o consentimento ao psicopata casamento compulsivo, quando já morto o amor; era o acobertamento por séculos de pedófilos; era o criminoso sacramento da confissão; era o sacramento amoral do batismo, que faz de inocentes vítimas duma ideologia humana demasiada humana!; era o crime de extorsão do dízimo de miseráveis crentes ao enriquecimento de uma equipe de pastores satânicos; era a exumação de um cadáver para fazê-lo santo: era ato sem perdão, que exemplifica didaticamente o que vem a ser o pecado contra o Espírito Santo, aquele sem perdão.

      Pronto paro por aqui! A posição mais fácil, sem dúvida, é ser ateu!

      (continua...)

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    2. Ramiro Conceição10 de janeiro de 2013 19:54

      No meio: fui uma lesma marxista. Li várias vezes, de diferentes maneiras, os principais clássicos do materialismo histórico. Por décadas, não pensei e nem sonhei com Deus. Fiz parodias ao Pai Nosso. Destruí literalmente cultos de cristãos universitários, até fui proibido de frequentá-los. Destruí ou feri a fé de seres, que me amavam verdadeiramente; contudo, nunca dei nenhuma resposta responsável: a não ser, é claro, uma ferina ironia.
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      Porém, efetivamente, quase enlouqueci, e percebi que a razão não é a única senhora dessas plagas; há outras linguagens; e é possível, sim, sob algumas especiais condições, acontecerem os ditos chamados milagres; conheci profundamente a termodinâmica, principalmente a segunda lei: a criação de entropia em processos irreversíveis; o porquê o tempo vai pra lá, mas não pra cá; conheci de passagem a mecânica quântica em que, a partir de um certo ponto, não é mais possível se saber, concomitantemente, a posição e a velocidade de uma partícula; sei superficialmente de novos matemáticos que comprovaram que existem, sim, equações nas quais não existem soluções; aliás, a grande maioria relacionada aos processos reais de interesse; não passamos ainda da era matemática de modelos; se considerarmos a mistura simples de dois gases, porém se consideradas todas as interações possíveis entre as moléculas – ah, minhas senhoras e meus senhores, a equação de estado de tal sistema é assustadoramente complexa (isso mesmo, assim, redundante!); acabo de saber, hoje, que astrônomos provaram que pode haver 17 bilhões de planetas iguaizinhos ao nosso.
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      Pronto paro por aqui! A posição mais fácil, sem dúvida, é ser ateu!
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      Chegando ao fim: aos 56, tive um filho. Estrebuchei. Não decidi. Minha companheira quis, sem me avisar… Pensei em separação. Em mandar tudo à merda, pela quebra de confiança. Mas aos poucos… fui me acostumando... Aos poucos… Meu filho nasceu. Não tenho palavras… Somente a poesia que me acompanha desde cedo…
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      Deus? Se existir ou não, de todos os lados, estou preparado!


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    3. "Deus? Se existir ou não, de todos os lados, estou preparado!". Boa!!

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    4. Olha, Ramiro, acho mais difícil acreditar em algum deus porque para isso temos que contrariar todas as evidências e nos apegar a palavras supostamente sagradas e milagres supostamente realizados e milhõs de suposições, enquanto a não existência de qualquer deus é por demais evidente em nosso universo material onde não há sequer fragrância de espírito que não seja puro sonho e delírio literário.

      Olha, Charlles, eu não comentaria nada no PHES por duas razões: 1) não ligo computador nos finais de semana; 2) não vejo as fotos das mulheres que o Milton publicada, com uma ou duas exceções, e nada comento lá e sequer abro a caixa de comentários.

      Eu sei que essa prática de publicar nos blogs alheios o que seria "produção literária nossa" pode parecer inoportuno e mesmo ser sob determinado pono e vista, mas a falta de educação e humanidade da doninha salta às vistas; percebo nela aquela sanha de comunista de carteirinha, autoritária e stalinista, "disciplinada", "rígida", enfim, um cara chato.

      Hoje, então, publiquei no meu blog (+Rachel) mais um poeminha meu - acho que lá eu posso, não há interdição alguma. E vamos indo.

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  7. Não sei o que houve aqui: mas eu captei certo ar de grandeza... A droga de quem muito lê é sofrer por ninharias. Há muito aprendi que não vale a pena tentar entender Deus. Um Ser Onisciente, Onipresente e Onipotente dispensaria "desejos de reconhecimento"... Aprendi com Whitham a deixar as cartas de Deus onde estão - outras chegariam... Nosso único dever para com a vida é viver. Bem... Gostei demais das explanações de RC. É sempre bom aprender mais um pouquinho com os grandes.

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    1. Ramiro Conceição12 de janeiro de 2013 14:54

      Ilustre amigo, Milton Cardoso,

      a sua boca disse uma extraordinária verdade:
      "Nosso único dever para com a vida é viver"

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    2. Ramiro Conceição12 de janeiro de 2013 15:37

      Obviamente, que após tal frase, tudo passa pelo processo político que, em última análise, é uma complexa questão que, definitivamente, deve ser encarada nas próximas décadas desse nebuloso - XXI!

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