quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Experiência Religiosa de Philip K. Dick, por Robert Crumb


12 comentários:

  1. Não entendi o que há de tão interessante nessa piração toda; parece só mais um fruto podre duma sociedade fundamentalista, dessa que campeia na tal da "América Profunda".

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  2. A mim interessa um autor que escreveu uma fantasia extraordinária: "O Homem do Castelo Alto".

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  3. Tirar ciso de uma pessoa e não a encher de anestésico é um crime. Eu tomei uns de cavalo quando tirei os meus e já tava quase tendo visões tbm.

    Ah, por falar em cavalo... Bailarinos tomam Calminex de vaca quando sentem dores musculares, sabia? Porque dizem que os relaxantes musculares convencionais não fazem efeito em quem faz mais de 4horas de exercício diárias (de fato, em mim não faziam nem cosquinha). O que você, como veterinário, acha disso?

    Sempre me perguntei se chegaria a esse ponto. Me imaginava entrando numa loja de produtos veterinários:
    - Oi, eu quero um calminex de vaca.
    - E qual a raça da vaca?
    - É pra mim mesma.
    Ou: É uma vaca bailarina.
    OU: vaca é a tua mãe!

    (Desculpe desviar o assunto, mas é algo que sempre quis te perguntar e esquecia)

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  4. Essa é uma daquelas questões maçônicas do curso de veterinária, Caminhante. Os professores não aconselham o uso exagerado da Calminex, alegando que descalcificam os tendões e os ossos. Apesar disso, o uso dela é amplamente disseminado. Por aqui se usa também, não só em bailarinos.

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  5. Ah, é comum assim? Então tá, vou usar também. (brincadeirinha!)

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  6. Charlles,
    desculpe-me, mas achei a historinha toda uma grande vigarice. Não encontro outra palavra. Vou ser sincero…Não consegui entender como, com seu nível de cultura, tal coisa lhe tenha impressionado. E aqui não é nenhuma questão de preconceito, ao contrário, é que a coisa toda é duma prepotência teológica, duma pseudo-sabedoria, bem própria daquelas quadrilhas religiosas que, tais quais vermes, infestam esse mundo e que sempre estão a espera de suas vítimas em seus patéticos bordéis grotescos construídos sobre a miséria humana, em nome de Deus (de acordo com os seus latidos sob a lua cheia).

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  7. Ramiro, achei a história interessante justamente pelo que tem de loucura e fragilidade. Não sei se você já leu Philip K. Dick, mas ele, apesar de não ter lá um estilo brilhante de escrita, é um escritor que está longe de ser um idiota ou um devoto religioso. Escreveu romances visionários tão assustadores e reflexivos quanto 1984 e Admirável Mundo Novo. Em O Homem do Castelo Alto, por exemplo, ele analisa como seria o mundo se Hitler tivesse ganho a Segunda Guerra Mundial. Dick teve um histórico com drogas. Gosto dos desenhos de Crumb. Gosto de casos clínicos psíquicos sugeridos e bem expostos, como é o caso Scherer, narrado tanto por Freud quanto por Elias Canetti, em que um jurista alemão culto e altamente inteligente desenvolve uma loucura em que se acha a noiva de Deus e a causa da criação do universo.

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  8. Charlles, você assistiu ao American Splendor?
    O filme traz um retrato muito interessante do Crumb.

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  9. Ainda não vi, mas ouvi falar muito. Vou ver se o pego com um passe com os orixás virtuais.

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  10. Ah Charlles, pois é justo quando você coloca coisas assim, causadoras de entojo ou fastio nos demais (cujas reações não me surpreendem - ao contrário, tristemente confirmam meu ponto de vista), é que eu ainda nutro alguma esperança quanto a você.

    As críticas dos outros e minha aprovação são o suficiente para não haver dúvidas: esse post foi um erro em sua blogografia de regra tão correta.

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  11. Victor, eu não almejo hierarquias forçadas do espírito e nem pertencer a grupos seletos que disfarçam o óbvio em combates pretensamente originais.

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  12. Isso, essa é uma resposta própria do bom e velho Charlles. O que é agradável pois, por um segundo, foi o susto de pensar que haveria algo novo.

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